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Como surgiram as Ladainhas



O apóstolo Paulo, escrevendo a Timóteo (Tm 2, 1-3), recomendou-lhe que ensinasse o povo a fazer pedidos, orações, súplicas e ações de graças por todos. Como síntese dessas orações, nasceram as "orações dos fiéis", rezadas antes da apresentação das oferendas na missa, e as "ladainhas". A mais antiga que se conhece é a de "Todos os Santos" (há textos do ano 400!)


Não havia uma ladainha única, cada região ou comunidade acabava criando a sua, com o nome dos santos de sua devoção. A partir do século XII, começaram a se multiplicar ladainhas dedicadas unicamente a Nossa Senhora.

Na verdade, desde que o anjo Gabriel saudara Maria em nome do Senhor, havia o costume de louvá-la e enaltecê-la a partir das virtudes e graças recebidas.


No século XVI, surgiu, entre os peregrinos que iam à Santa Casa de Loreto. o costume de rezar uma ladainha própria, chamada Ladainha Lauretana, com invocações e pedidos à Mãe de Deus. A forma como temos hoje foi aprovada pelo papa Clemente VIII (1592-1605), com um decreto de 6.9.1601.



Com sua aprovação, vinha uma determinação:


Qualquer modificação nessa ladainha só poderia ser feita pelo órgão do Vaticano que hoje tem o nome de Congregação do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.


A partir dessa aprovação papal, a Ladainha de Nossa Senhora (1) passou a ser rezada no mundo todo, com poucos acréscimos posteriores. O mais recente deles é a invocação:


"Rainha da família", que deve ser feita após "Rainha do Rosário" e antes de "Rainha da paz"


(cf. Congregatio de Culto DIVINO ET Disciplina Sacramentorum, Notitiae 357, pp. 189-90, 4/1996.)

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