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A VIRGEM MARIA NA FORMAÇÃO INTELECTUAL E ESPIRITUAL

O cristão que tem Deus por Pai e não considera a Maria Santíssima por Mãe, está profundamente equivocado na sua crença.

Todos devem enxergar o que ensina as Sagradas Escrituras quando na pessoa do Apóstolo São João, Jesus lhe disse que Maria é a sua Mãe e que ele é o seu filho, assim como todos nós somos.

Nossa Senhora é a Co-Redentora da nossa salvação e juntamente com Ela, Nosso Senhor viveu e desempenhou toda a História por Ele desejada que fosse como foi e como está sendo, pois que Juntos no Céu, se fazem presentes na vida de todos nós e através dos tempos que, no presente momento, estamos vivenciando o final dos tempos, onde se fechará um ciclo e que está diante dos olhos de todos - somente não enxerga os fatos, quem não quer enxergar e assim vivendo, dorme o sono da ilusão do mundo, acordado e levado a viver somente o que mundo tem a oferecer e não possui a visão espiritual e realista das coisas.

Por este motivo, a importância que nossa Mãe do Céu tem é fundamental que tenhamos um bom conhecimento do estudo de mariologia, para que melhor possamos compreender e amar esta Mãe que, como Jesus, nos ama imensamente, e deseja que estejamos no Céu.

Os que atacam esta Mãe amorosa e Rainha do Céu e da Terra, não conhece o quão merecedora de inúmeros títulos possui e a missão que tem na vida de cada um de nós. Deus assim quis.

Conforme o Tema desta publicação, Maria Santíssima não somente deve ser estudada, mas sim, Ela tem a missão de nos formar intelectualmente e espiritualmente, basta que a Ela recorramos e tenhamos a verdadeira devoção, pois que também faz parte dos planos de Deus que assim seja.

E como Mãe, escuta, acolhe, ampara, protege e exerce tudo e mais perfeitamente o que uma Mãe faz e com grande poder, pois Ela é a Mãe de Jesus e de todos nós.



A INVESTIGAÇÃO MARIOLÓGICA


O estudo sobre a mariologia está vivo e empenhado em questões importantes no campo da doutrina e da pastoral. Portanto é necessário que ele, juntamente com a atenção aos problemas pastorais que pouco a pouco vão surgindo, se preocupe antes de tudo com o rigor da investigação, conduzida com critérios científicos.


Também para a mariologia vale a palavra do Concílio: «A sagrada teologia apoia-se, como em seu fundamento perene, na Palavra de Deus escrita e na Tradição, e nela se consolida firmemente e sem cessar se rejuvenesce, investigando, à luz da fé, toda a verdade contida no mistério de Cristo». O estudo da sagrada Escritura deve ser portando como que a alma da mariologia.


Além disso é imprescindível para a investigação mariológica o estudo da Tradição pois que, como ensina o Vaticano II, «a sagrada Tradição e a sagrada Escritura constituem um único sagrado depósito da Palavra de Deus confiado à Igreja». O estudo da Tradição revela-se além disso particularmente fecundo pela quantidade e qualidade do património mariano

dos Padres da Igreja e das diversas liturgias.

A investigação da Escritura e da Tradição, realizada segundo as metodologias mais fecundas e os mais válidos instrumentos da crítica, deve ser guiada pelo Magistério, porque a ele é que foi confiada a guarda e interpretação autêntica do depósito da Palavra de Deus; e deverá ser, na ocasião, confortada e integrada pelas aquisições mais seguras da antropologia e das ciências humanas.


O ENSINO DA MARIOLOGIA


Considerada a importância da figura da Virgem na história da salvação e na vida do povo de Deus, e depois das indicações do Vaticano II e dos Sumos Pontífices, seria impensável que hoje o ensino da mariologia ficasse esquecido: é necessário portanto conceder-lhe o devido lugar nos seminários e nas faculdades teológicas.

Tal ensino, constituindo um "tratado sistemático" será:


a) orgânico, isto é, inserido adequadamente no plano de estudos do currículo teológico;


b) completo, de maneira que a pessoa da Virgem seja considerada em toda a história da salvação, isto é, na sua relação com Deus; com Cristo, Verbo Encarnado, salvador e mediador; com o Espírito Santo, santificador e dador de vida; com a Igreja, sacramento de salvação; com o homem, as suas origens e o seu progresso na vida da graça, o seu destino de glória;


c) correspondente aos vários tipos de instituição (centros de cultura religiosa, seminários, faculdades teológicas...) e ao nível dos estudantes: futuros sacerdotes e professores de mariologia, animadores da piedade mariana nas dioceses, formadores da vida religiosa, catequistas, conferencistas e todos os que desejam aprofundar o conhecimento mariano.


Um ensino ministrado desta maneira evitará apresentações unilaterais da figura e da missão de Maria, com prejuízo da visão de conjunto do seu mistério, e constituirá um estímulo para investigações aprofundadas através de seminários e elaborações de teses de licenciatura e de láurea sobre as fontes da Revelação e sobre os documentos do Magistério. Além isso os

diferentes professores, numa correta e fecunda visão interdisciplinar, poderão sublinhar no desenvolvimento do seu ensino as eventuais referências à Virgem.


É portanto necessário que cada centro de estudos teológicos - segundo a fisionomia própria preveja na Ratio studiorum o ensino da mariologia num modo definido e com as características acima enunciadas; e que, consequentemente, que os professores de mariologia tenham uma preparação adequada.


Introdução de Claudia Pimentel dos Conteúdos Católicos


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