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A comunhão perpétua



A comunhão perpétua é uma prática especial essencialmente eucarística: «Consiste, diz Sto. Alberto Magno, em ficar continuamente unido a Jesus Cristo por essa devoção e afetuosa caridade que provém da participação frequente à Eucaristia, pela comunhão sacramental ou

pela espiritual».


Para que a comunhão, ou união eucarística a Jesus, seja verdadeiramente perpétua, é preciso que se comungue sacramentalmente tanto quanto for possível e que se faça sentir a influência da Eucaristia, sem interrupção, de uma à outra comunhão.


Como observa Santa Tereza: «Se nos unirmos pelo desejo à Eucaristia que é o foco do amor, é suficiente alguns instantes para possuirmos um calor divino, que pode durar várias horas».


O Padre Avillon diz que a prática frequente da comunhão espiritual é um excelente meio de conservar a unção e o perfume da Eucaristia. Produz devoção fervorosa e contínua, de tal sorte que, de uma comunhão à outra, não há nenhuma interrupção do seu espírito.


Também diz Bornet que, fazendo-se de tempos em tempos a comunhão espiritual e vigiando por se conservar na união com o Divino Esposo, nutre-se sempre com o Pão Celeste da Eucaristia e espiritualmente conservamos a Jesus durante todo o dia. Deste modo a vida cristã torna-se um perfeito festim eucarístico.


Para os amigos do Sagrado Coração, esta vida eucarística os une ao Coração de Jesus.


Santa Margarida Maria viu um dia raios ardentes que cintilavam nas chagas do Sagrado Coração e vinham ao seu coração, o qual os reenviava todos à fonte, como um espelho exposto à luz do sol.


E lhe disse Jesus: «Meu coração deste modo faz porque o teu coração me devolve pelo reconhecimento todas as graças que eu lhe envio».


Lê-se também na vida da Venerável Madre Maria Tereza, fundadora da Adoração Reparadora, e a quem Jesus apareceu no ano de 1848, sobre o altar:


«Um raio de luz e de amor lhe vinha do coração de Jesus».

«É preciso», disse-lhe Jesus, «almas que estejam sempre em minha presença, a fim de que possa fazer contínuo transbordamento da minha vida».


Na Imitação, Jesus diz à alma:


"Se quiseres estar comigo, Eu também o desejo; agrada-me estar contigo".


E lhe respondeu a alma: "Senhor, dignai-vos ficar comigo, que o meu desejo é o de permanecer sempre convosco".



Quem puder participar, sempre que possível, desse maravilhoso encontro com o Senhor na Eucaristia, diariamente, que vá, pois é uma grande graça de O comungar todos os dias.

Devidamente preparado em Confissão bem-feita, aproximemos deste Sacramento Divino, onde o Senhor Jesus possa permanentemente habitar o nosso coração e com o auxílio da Sua graça, fazer-nos semelhantes a Ele.

Quem não tiver essa possibilidade, deve pelo menos, participar na Santa Missa aos domingos e festas de guarda.

Se deve fazer os possíveis para não faltarmos a esse dever de preceito que a Igreja nos deu e não cometermos essa grave falta.

Vivamos o que Deus espera de nós, conscientes e cautelosos para evitarmos tudo o que Lhe desagrada.

Dessa forma, teremos mais felicidade interior, mesmo que as tempestades da vida nos cerquem, pois que teremos a consciência de estar a praticar o que é correto e viver dentro da Lei de Deus, ou seja, de vivermos os Sacramentos em coerência com o estado de graça, para que produza em nós, frutos de graça e de santidade.


Finalização de Claudia Pimentel dos Conteúdos Católicos


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