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AS INDULGÊNCIAS E O PURGATÓRIO



Deus, em Sua infinita misericórdia, oferece-nos expressamente um meio facílimo de diminuir, ou mesmo, de suprimir o nosso Purgatório.

Conhecendo a nossa fraqueza e sabendo, além disso, como a maior parte dos homens tem receio da penitência, abre de par em par os tesouros da Sua Bondade, e oferece-nos indulgências abundantes em troco de algum pequeno ato de devoção.


Pela recitação de certas pequenas orações jaculatórias, concede-nos 100, 300 ou mais dias de indulgência. Ora estas orações, podemos dizê-las centenas de vezes por dia.

Quem disser a jaculatória: "Sagrado Coração de Jesus, tenho confiança em Vós" 100 vezes por dia, ganhará 3.000 dias de indulgência. Quem a disser mil vezes, alcançará portanto 300.000. Que não será no fim de um mês, de um ano, de vinte, trinta, cinquenta anos!


Depois, por cada Ave-Maria do Rosário, ganha-se mais de 2.000 dias de indulgência, ou mais de 100.000 dias rezando o terço,

Além de um imenso número de indulgências parciais há também muitas indulgências plenárias que podem ganhar-se durante a vida e à hora da nossa morte. São-nos especialmente concedidas pela Igreja para nos livrar do Purgatório.

Essas indulgências, podemos ganhá-las por nossa própria intenção, e assim fazemos diretamente satisfação pelos nossos pecados; ou podemos aplicá-las pelas Almas do Purgatório, que decerto não nos deixarão perder com a nossa generosidade.


RESOLUÇÃO


Façamos por ganhar o maior número de indulgências possível.


OS QUE MUITO SE EMPENHAM EM AUXILIAR AS SANTAS ALMAS PODEM TER ESPERANÇA DE ESCAPAR AO PURGATÓRIO


As Almas a quem aliviamos, ou que salvamos com as nossas Missas e boas obras, rezam por nós com fervor incalculável. Uma das principais graças que pedem para os seus amigos é que estes sofram pouco ou nada no Purgatório. Ninguém sabe, como elas, a terrível intensidade das chamas, e ninguém pode orar por nós, portanto, com o mesmo empenho, o mesmo fervor, a mesma intensidade.


Fique-nos de ideia que:


a) - O Senhor toma como feito a si Mesmo tudo quanto fazemos pelos outros. Quando aliviamos uma Alma ou conseguimos a sua libertação, é como se aliviássemos ou libertássemos o próprio Deus. Como não estará Ele pronto, portanto, a escutar as orações que essas almas oferecem por nossa intenção?


b) - Cristo põe claramente esta grande lei: "Pela medida que usardes sereis medidos". Consequentemente, em proporção à nossa generosidade para com as Almas, assim será a generosidade de Deus e a Sua misericórdia para connosco.


Quem trabalhar devotadamente para aliviar as Santas Almas, poderá esperar que lhe seja perdoado, ou muito reduzido o Purgatório. Pelo contrário, esses que descuram as Santas Almas, devem temer um julgamento severo e um longo Purgatório.

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